Esta revisão aborda redes de computadores, protocolos, a Web, HTML5 e CSS, com exemplos práticos e exercícios para fixar o conteúdo.
Reforçar conceitos de redes, camadas, protocolos, origem da Web, marcadores HTML5 e CSS, com atividades para prática.
Uma rede é formada por dois ou mais dispositivos capazes de comunicar entre si. Hoje, redes conectam computadores, celulares, sensores e diversos dispositivos na Indústria 4.0. Componentes-chave incluem usuários, aplicações, autiadores (dispositivos de rede), switches, servidores e meios físicos (cabos, fibra, wireless).
Protocolos definem semântica (regras de comunicação, como temporização e controle de erros) e sintaxe (formato dos dados). O conjunto TCP/IP é amplamente utilizado, com quatro camadas no modelo TCP/IP: Aplicação, Transporte, Internet (rede) e Acesso à rede. O IP cuida do endereçamento e encaminhamento de pacotes; o TCP garante entrega confiável ponta a ponta; o UDP é rápido mas sem garantia de entrega.
A Web nasceu como forma de compartilhar documentos entre cientistas na década de 1980/1990. Tim Berners-Lee articulou o conceito de hipertexto, HTTP e HTML, visando facilitar o acesso a documentos. O DNS traduz nomes de domínio em endereços IP; URLs descrevem caminhos para recursos; navegadores solicitam conteúdos a servidores Web (ex.: Apache) usando HTTP.
HTML (linguagem de marcação) estrutura páginas Web com tags de abertura e fechamento (ex.: <html>, <head>, <body>). Os navegadores constroem a página a partir do código HTML recebido, podendo buscar conteúdos de múltiplos servidores. Editores ajudam a criar HTML (ex.: Sublime Text). CSS é utilizado para estilizar o conteúdo sem misturar com o HTML.
HTML5 trouxe mais semântica (tags com significado: article, section, header, nav, aside) e menos dependência de plugins. Melhor compatibilidade com dispositivos, estrutura mais clara e facilita a evolução futura do código.
O CSS separa apresentação do conteúdo. Em HTML moderno, apresentações não devem ficar no markup. CSS utiliza seletores e propriedades para formatar elementos. Exemplo: definir cor, tamanho, alinhamento, margens. O CSS facilita manutenção e reaproveitamento de estilos.
Atividades práticas envolvem criação de páginas HTML5 com CSS, uso de editores (ex.: Sublime), e configuração de um servidor local (ex.: Apache) para servir as páginas. Ressalta-se a importância de experimentar diretamente no navegador para entender o efeito das propriedades CSS e a renderização do HTML.
Resposta correta: C) Dois ou mais elementos que se comunicam entre si.
Resposta correta: C) Internet (Rede)
Resposta correta: C) Um túnel seguro para comunicação entre pontos
Resposta correta: C) HTTP
Resposta correta: B) Traduz nomes de domínio em endereços IP
Resposta correta: C) article
Resposta correta: B) Permitir a obtenção de recursos (HTML, imagens, etc.) por clientes
Resposta correta: B) A semântica e a sintaxe
Resposta correta: B) Traduz nomes de domínio em endereços IP
Resposta correta: A) main
Resposta correta: B) Estruturar o conteúdo de uma página
Resposta correta: C) Estilizar a apresentação visual
Resposta correta: A) article
Resposta correta: A) nav
Resposta correta: C) Pacote na camada de rede
Resposta correta: B) Requer menos plugins para multimídia
Resposta correta: B) Facilita a manutenção e reutilização de estilos
Resposta correta: B) Endereço de recurso na Web
Resposta correta: D) a href
Resposta correta: A) Fornecer entrega garantida, controle de fluxo e ordenação
Resposta correta: C) Execução de multimídia sem plugins adicionais
Sejam bem-vindos a disciplina de internete web.
Sou o professor responsável para o professor de Savi, além de professor do universo, o ministro do S.
P.
E sejam bem-vindos a revisão da disciplina para o bem de todos.
Lembrando que vocês podem tirar as dúvidas através do link da descrição do vídeo.
O segundo aparte do vídeo é o sanário das dúvidas.
Outro lembreio, pessoal, é necessário revisar todas as semanas novamente.
Esse vídeo é uma guia para estudarem para incentivar estudos.
É necessário retomar os conteúdos de todas as semanas para o maior italiano.
E o que vocês tiverem dúvidas tem material de apoio também.
Vamos dar início aqui aos osisais da revisão.
Bom, na semana 1, retrata de redes de computadores e suas características.
Eu coloquei um pouco de texto a mais que um slide normal para conteúdo para estudar e mesmo para o reedses computadores e suas características.
Então, uma rede que é, são 2 ou mais elementos computacionais que eu posso comunicar entre si.
Isso está muito em.
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Tem muita relevância hoje com o divento da indústria 4.
0.
Então, pessoal, de energia de produção.
Está vendo isso muito, porque não só computadores, mas outros elementos se comunicam em rede, não só computadores.
Fazer descomputadores informados por diversos elementos.
A gente pode falar que envolve muitos blocos, ou seja, usuários, aplicações, autiadores, switches, servidores, meios físicos e cabiar e aéreo, falando aqui do IRIS.
O celular, que é o gendinho, o nosso celular é um computador, tabletes e descriptópios.
Diferentes tecnologias de comunicação, diversos protocolos, nós vamos ver aí nas pessoas os semanas, para garantir que essa comunicação ocou a promedio de uma placa de rede.
Então, todo o componente que se, ou todo elemento que se comunica de um para outra, tem que ter necessariamente uma placa de rede, seja era da tipo que for, o cabo, o Guirels.
Aqui é a arquitetura encamada, em modelo encamada.
Aqui, não sei se vocês lembrem nessa semana, foi aquele exemplo do da caixa de fósforo, não é o seja o que é a camada, não é se quiser transportar, como, eu estou dando exemplo aqui do palito e se transportar um palito de um ponto para outro.
Então, vou colocar essa palito, deve ter caixa de fósforo, essa caixa de fósforo dentro de uma outra caixa menor, é maior desculpa, até chegar numa caixa de um fogão, naquele dado exemplo, e esse pacote, todo vai para, vai para o destinatário.
Então, isso é a camada, para todas essas camadas tem vários aspectos em segurança, de interessamento, que a gente vai ver com mais detalhes aqui.
Então, o elemento de computação vai receber os dados em algum formato determinado pelo emissor, na Guireta, como tal, e processado, encamiar no pano receptor de informação.
Na rede local, é o suite que faz isso, é o ser de hardware, o suite que faz isso, entra o cabelmente, geralmente, pro cabelmente de ed, ou pelo wireless local e redes distintas pelo roteador.
Vou mostrar mais detalhadamente o que são esses daqui.
O cabelimento que compõe a rede, o pé, funciona a oferecendo regras utilizando diversas camadas no processo de comunicação, com exemplo que falei do palito de fósforo.
As trocas de informação, o BDS, uma arquitetura, encamadas, e cada um mantém regras e protocórios bem estabelecidos.
Porque essas regras e protocórios bem estabelecidos, a gente tem o problema de segurança, segurança de informação.
Imagine você transmitindo alguma coisa, dados confidenciais, e alguém recepitar o íprio em interesse errado, então isso tem que ser muito assertivo.
Então, aqui como exemplo, nós temos dois modelos, modelos o ózio e modelo TCP e P, que foi da Binhala, modelos é pouco usado, tem 7 camadas aqui na sua arquitetura, e modelo TCP, TCP e P, que é o mais utilizado, com 4 camadas.
A primeira camada de aplicação, ou seja, o processo de rede para aplicações e implementação dos mensagens, e chamadação das mensagens.
Ou seja, sua aplicação é seu navegador, através do Gatem-Eric, nós vamos ver também.
O segundo ponto aqui é o transporte, ou seja, a conexão ponta-ponto entre os processos de aplicações que executam ou se diferentes.
Ou seja, tem que estabelecer essa conexão de ponta-ponto, então o transporte vai cuidar disso.
Aqui, num terceiro que é a direção entológico dos ouços de rodeamento, é se for numa rede local, de computador para computador, por exemplo, passando pelo suíte, normalmente tem essa aplicação de segurança também, se não uma pessoa poderia entrar na máquina ou uma da outra, então existe segurança com cenas, etc.
E se não for na rede local, passa pelos ostes externos, o seu jorrutiamento, para chegar até o ponto de destino.
E quarto, acesse por meio físico, transmissão binária, codificado ou decodificada de sinais.
Aqui, uma figura das várias camadas, no começo aqui é mensagem, você pode observar que as camadas vão se sobrepondo.
Então, aplicação que conta em mensagem, passa para transporte, que é codificação do transporte, que conta em mensagem.
Então, aqui seria o palito de fóssoreo, que é caixa, com palito de fóssoreo dentro.
Aqui, uma caixa maior, que é o datagrama, com uma caixa de fóssoreo e com palito que é mensagem.
E esse, isso é todo protocolo, o quadro, como exemplo, e da caixa.
E o recebitor, é a mesma coisa.
Então, ele vai receber e abrir essas camadas de quadro da datagrama, segmento, mensagem, até receber o seu mensagem.
Então, assim que nós recebemos os pacotes, né? Quando eu via de um local ou outro, aqui falando pouco da internet, na internet é um conjunto de redes interconectados.
Então, eu tenho vários tipos de redes, o ESP, que é a proviador de serviços de internet.
Ligadas é um servidor de internet, ou seja, redes domésticas, redes locais, redes institucionais, e seja públicas ou privadas, que se comunico entre si.
Então, para uma máquina, de uma rede móvel, um celular, se conectar a uma rede institucional, isso é possível, através da web.
Esse protocolo ágil, com todo o seu caminho, de transporte, até chegar aqui, e com toda essa segurança.
Então, temos aqui a milhões de dispositivos de compação conectados, ou seja, os pedeiros, igual a sistemas finais, e com toda a aplicação de rede, em laças e comunicação, o seu fíbrico, o fibro, o cobra e a rabra de satélite, com taxas de transmissão, na nossa velocidade, que está cada vez melhor.
E os roteadores em caminho, esses pacotes, e pedaços de dados de um ponto a outro.
Vocês note aqui, existem alguns programas, normalmente baixamos aqui os grandes, com mais de 1 giga, e você pode parar o download desse arquivo e continuar outro dia.
Ou por que esse pará continua certinho no outro dia? Porque essa transmissão vai com esses pacotes, ou seja, esse datagrama, ele tem exatamente onde foi parado.
Aquilo é o arquivo, então você continua daquele ponto que parou, por isso que é possível fazer uma transmissão.
Na semana 2, ainda, falando de protocolos e comunicação de internet, vai continuar falando aqui, de TCP, protocolos e comunicação são padunizações que definem, como se dá comunicação e utilização, do meio físico, na estrutura de comunicação, ou seja, na rede.
Então, eles consideram a semântica, ou seja, as regras, ou seja, temporizações, controle de erros, velocidade, segurança.
E a sintaxa que é o formato da codificação, a sintaxa seria o formato aqui do datagrama.
Não para essa disciplina, a gente considera aí o TCP-IP, que é o mais usado, com suas camadas, que foi falado aqui na semana 1 e protocolos.
No slide posterior, já tem o formato do datagrama, então o IP, que é o internet protocol, o protocol representante da camada de rede do modelo TCP-IP.
A camada de rede tem funções principais como o deureçamento, determinação de caminhos, volta escolhido pelos pacotes de origem destino, a comnotação ou repácio, ou seja, mover os pacotes entre as portas de entrada e de saída dos rotadores.
Então como funciona essa comunicação, a cada pacote que chega no seu destino, o destino informa a quem viu o que foi recebido.
Então a partir desse momento, o emissor envia o outro pacote, se não foi recebido lá do outro lado, porque qualquer que seja o problema, ele não envia o outro pacote para chegar no seu destino.
Então é sempre, nós falamos que essa comunicação é ponto a ponto.
Então se essa comunicação for rompida, tudo bem, vai tentar a conexão novamente e vai continuar fazendo longe do pacote, ou o pilôde do pacote do que ele conta, que foi o que parou.
Então como o protocol IP, não existe estabelecimento de conexão na camada de rede, ou seja, na camada física, os rotadores imputidas e informações do protocolo para encaminhar, não garante que dados cheguem táctos, isso em erro ao destino, isso vai ser, tudo que está falando aqui vai ser uma trigoição do TCP, e o IP oferece um serviço de menores, esforço, os protocolos da camada de transporte como o TCP e o DP.
Vai ser falado, logo após aqui.
Aqui é o formato, ele tem 32 bits, com todas as informações de identificação, o tempo, o tipo de protocolo, o cabeçalho, e o formando qual parte daquele pacote é.
Então você quer ir pacote em 1.
000 partes até em 1.
000, 2.
000.
Aqui falando um pouco do TCP, então o TCP faz parte do modelo TCP e P, na origem aceita dados da camada de aplicação, dividir os unidades menores em caso necessidade passar os para a camada de rede, e garantir que todas essas unidades cheguem corretamente a outra extremidade, então o TCP que vai garantir isso, a entidade de transporte do TCP, a camada de transporte é camada finha, finha que liga o origem destino, é um programa da máquina de origem para a máquina de destino, ou seja, 2 pontos tem que ter o mesmo programa, é por isso que o menazônus veio aqui para a frente com a HTTP importante, o protocolo aí dos novegadores, com a febabilidade na entrega dos dados que vão encontrar o control de fluxo, imagina se é receber um monte de pedaço do pacote, um monte de.
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E você vai executar, às vezes acontece isso, né? Acho que todo mundo já passou por isso, você vai executar na arquivo que você baixou e lidar e, dependendo de uma parte do pacote, ele não foi entregue corretamente, a difícil acontecer, mas acontece.
Então precisa estabelecer na conexão.
com.
E, enfim, entre as duas aplicações separadas por uma rede para iniciar a transciência de dados.
Com isso, nós temos aqui uma abordada de aula, mas nós temos também como exemplo a VPN.
VPN, acho que você já ouviro falar, acho uma virtual para o vete na TURQ.
Ou seja, você encaminha dados de ponto a ponto, mas por um túnel virtual, com maior segurança ainda do que a camada TCP e P, então essa é a chamada VPN.
Então, o formato do TCP, então o formato TCP, esse é o edata grama do TCP, assimilhante do IP, então tem 32 bits também, tem a quarta de origem destino, o tamanho do cabeçal, o tamanho da janela, um check, falar que aquele pacote chegou normalmente, então são várias informações nesse datagrão.
E, no semana 2, o tipo de protocolo que é pouco utilizado, porque ele tem uma característica de ser pouco seguro da transmissão de dados, seguro no seguinte sentido, ele não tem uma criptografia que garante segurança a querida.
Tanto pensando em você pegar esses dados, como rack é pegar esses dados, mas também nem entrega de pacotes, então ele é bastante utilizado, mas como ele é veloz, porque ele não fica as duas pontas, não fica conversando e falando, você recebeu o pacote assim, então a velocidade é maior entre os dois pontos, ele é usado muito para os jogos, então quando eu estou jogando um jogo online, o jogo de repente daquela falhadinha na imagem, um pedaço do pacote que deixou de ser entregue, mas ele está garantindo a velocidade, mesmo assim a aplicação funciona, garantindo a velocidade, então existe aqui a velocidade alta, mas com a febabilidade baixa, tão geralmente utilizado em jogos online, devido famoso leque, da imagem escaparada, importante que a aplicação vale com rapidês sem se importar com perdas e falhas.
Passamos agora para a semana 3, então a semana 3 é como surgiu a Web, ou da Brw, então a surgiu dessa ideia, né, do descerdo na Suíça, naquele Oripion, o VNG, esse é um formular o exerço, que é, acho que vocês ouviram falar, uma salivador de partículas, que estuda partículas, que fica ali entre 3 ou 4 países no Minimum, então nesse certo, falou aqui da Suíça, eles criaram o Web para disponibilizar documentos, que todo esse pessoal, eles queriam preencher esses documentos online, e todo mundo de xergar esse documento, então a Web surgiu desse pensamento, então desejo tornar mais fácil as pesquisas por documentos, feitos pelos cientistas, em 1989, pesquisador chamado Tim Berners-Lee, inici esse projeto para gerenciar melhor essas informações, então esse Berners-Lee se baseou nos temas em Clire, junto com Robert Caillie-Li-Hall, para as comunhar a Brw, então 1992 ou computador NexCube, criado pela NexCube, quer uma empresa de Steve Jobs, ainda não, mas escrevi o primeiro servidor, o Web, que é o www, então minossês não me terão nácia ao Web como nós conhecemos hoje, já com o protocolo no HTTP, e mais o protocolo, serviços de e-mail, que entre os serviços, que esse HTTP fornecia, deveria possuir o HTTP, o HTTP é FILE e transfer protocolo, que é um protocolo de só de transferência de arquivos, de específico para isso, que assim a brangeria, que eles queriam, e na terceira é a arquivos.
Então, um funcionamento básico da Web, todos os dados que consumimos estão armazenados em servidores, quando as falamos aí, a audata está armazenada na nuvem, eles têm algum servidor por aí, espalhado por aí, estão armazenados chamados servidores o Web, então o usuário clientes, clientes ou browse, não consegue se acertar direto a metrarchivo, que deseja ler sem pedir autorização do servidor, então se você autorizar, como nós deixamos as coisas lá no Google Docs, no Google Drive, e você envia um e-mail para quem vai, para quem você quer que acesse, que lá esse e-mail, é justamente a permissão para aquela pessoa, se acertar o arquivo.
Então, ao ditar uma URL, temos um caminho aí, então a URL é diferente ao servidor de rede, transformado em Indirecp, né, para um banco de dados, todos os domes que nós digitamos, né, quando digitulado a www.
universp, na verdade, esse.
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O caminho é um número, né, que nós chamamos de Indirecp.
Então esse servidor chamado DNS, que é do main name system, ele transforme esse nome em números, né.
Então, através desse número, você localizar qual é o região do mundo, aí, do mesmo do país, do estado, essa permissão, esse arquivo, foi feito o pilódio, etc, através do IP, que é único para cada máquina, tá? Então, o Natalagador estabelece, então, a conexão TCP, como nós vimos, é com o servidor Web, no Indirecp, retornado, né, vai pedir permissão aí para aquela máquina, vai ser dado a permissão, com esse estabelece, essa conexão começa a fazer, né, a transação, seja, ela com a flor de um pilódio, dá um búrdio de arquivo, de uma música, de um filme, etc.
Então, o Natalagador envia essa requeção, pelo servidor, para o bíter recurso indicado, pela parte de a restante da URL.
Então, a recurso é recebida e interpretada, para o Natalagador, que realiza então requisições adicionais para figuras, né, filmes, etc.
O Natalagador, então, reconstitui a página da tela do usuário.
Outro ponto que nós vamos ver, também a página, nós chamamos a página de HTML, em uma linguagem de marcação, porque é uma linguagem de marcação, porque ela é montada no seu computador, ou seja, no seu browser, tá.
Nós hoje vamos ver isso aqui daqui a pouco.
Ainda de ser mandante 3, né, falando de servidores Web, então, o servidor Web é um programa que escuta os pedidos dos navegadores, ou aplicações clientes, executa esses pedidos.
Então, então, o servidor é um servidor de arquivos de música, né, quando ele vai forneir, fornece o tipo de arquivos que ele tem ali.
O protocolo padrão, como eu falei, é o HTTP, e pertece transfer protocol, que permite obtenir são de recursos o HTML, o que roda nos nossos navegadores Web, que é o hipertest markup, linguish, né, por exemplo.
Tá, por exemplo, que outros tipos de programas podem acessar também.
O apache é um exemplo de servidor Web, é um servidor línio, que é bastante utilizado, né, para sua rapidez, né, e segurança também das informações.
Então, possui módulos que adicam não mais funções além, de montar as páginas Web, né.
Então, dediciando funções também tipo de segurança, aqui, Security, Software Layer, Polonessamento de carga, né, para.
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você pode permitir a quantidade de usuários que podem acessar aquela página ou aquele banco de dados, né.
Para essa aplicação nunca ir, ou seja, não acceder o limite de acessos, né, naquela aplicação e a aplicação, ela desligar, né.
A escrita de usuareles, né, a geologização da ADP, etc.
, né.
Então, esses servidores fazem muito serviço, tá.
Então, a GTTP é um protocolo extensível da camada de aplicação do TCP-P, que ali utiliza o TCP-P, né, quem é encapsulado sobre o TCP, né, lembrando que o TCP-P tem o indereço ali, né, o IP.
É usado para não apenas buscar documentos de IP-TESP, mas também imagens e vídeos ou publicar conteúdos servidores como nos resultados de formular os HTML.
Tá como eu falei aqui o DNS, né, é uma ciga de sistemas de nomes em domínio, tá, é um registro que contém nomes de sites, esses seus respectivos indereços e pensas associados.
Então, ele traduz uma coisa com a outra, mesmo as digitões do nome, ele traduz esse IP, tá.
O nome que informamos na barra de edereço do brasil é chamado de domínio, é, por exemplo, um liversp.
br.
Na semana 4, já passa para a linguagem de marcação, www, né, como eu disse, já adiantei um pouco, mas conhecido é o HTML, né, né, que é uma ligada à linguagem de marcação, fala a linguagem de marcação, faz as páginas Web, né, de novo é uma marcação por que? Nós temos aqui as tags, né, ali é HTML, você percebe que você tem que abrir e fechar, né, as tags, HTML, HTML fechando a embaixa HTML, não é a rede que é o cabeçado fechando também o bóbio no corpo da página.
Então, isso quando o meu navegador acessando, esse código, ele vai pegar esses conteúdos e montar, e montar essa página aqui no meu navegador, ou seja, isso não vem pronta, meus conteúdos daquela página ali pode estar em servidores diferentes, então o vídeo para lidar no servidor, veja cada vídeo, é o áudio em outro, geralmente as notícias, né, as propagandas fiquem em outro servidor e assim por diante.
Então, aqui exemplos, né, os textos de tags, né, então eu tenho ali o HTML, né, que é o que é o início do fim do documento, meu bóri, meu corpo é o corpo da página, tá então, não, título, né, o título da página, guaga limita links e imagens, a palavra grárea é, significa formar link, né, com aquela, com aquele endereço ali, não sei, vai colocar o endereço, não me pemos, não me pemos, né, e p para parar, além de outros, né, aqui é somente alguns exemplos.
Para os ferimentos para criar página HTML, nós temos editor simples, aí, como na tepe de doindos, o g-edit, né, do link, links, os mais sofisticados ou na tepe de mais mais, né, que ele já traz algumas coisas de alto preenchimento dos seus comandos, né, da HTML, meu sublime text, visual, astute code, né, algumas aqui na semana 7, as aulas apresentam, né, esses ferramentos aí, editor zonliners, né, como W3School, ele fala não só o HTML, mas de outros, de outras linguagens, aí, como Java, o PHP, que é outra linguagem marcação, tá, o CSS que a gente vai abordar na próxima aula, né, da vários exemplos, é um bom caminho para aprendizado da linguagem, tá.
A semana 5 fala especificamente da HTML5, né, que foi uma evolução, é claro que nós começamos com a HTML1, que não foi numerada assim, mas ele vem evoluindo, né, nós estamos no HTML5.
Então, essa é a quinta versão, né, lógico, HTML5, né, da HTML1, tá uma das primeiras principais linguagens de marcação da web, né, é mais utilizado.
O que é de novo nessa linguagem? Então, a modifica a forma como escrevemos o código, e organizamos a informação da página, ou seja, ela tem noops tags, como a gente vai observar um pouco mais pra frente, né, existe mais semântica e menos código, né, o que significa isso? As tags elas têm mais significados, né, e menos syntax, né, ou seja, você sabe, pelo nome da tag, que aquilo é pra aquilo mesmo, né, ou seja, o header, e sapecabissáleo, o assaide, você sabe que é, pra você realizar uma barra lateral, né, então, existe mais semântica nisso.
Mais interventividade, sem instalação de plugins, né, o próprio, você consegue através de algumas tags, aí, formatar a página, o que o HTML4 pra trás não conseguiria, ou seja, mudar a cor da letra, da página através do CSS, do CSS, tá, essa mais interventividade, sem instalação de plugins, né, existe alguns navegadores, né, utilizava as versões antigos de HTML, que pra você ouvir algum som, passar algum vídeo, você precisava puxar um plugin, né, pra, pra executar aquela equívela de vídeo, né, então, HTML diminui, eu, o 5 diminuiu bastante isso.
Os códigos estão inter-copiráveis, né, para futuros dispositivos, né, ou seja, ele já tem alguns códigos que, vamos dizer assim que pode auto-appreender, né, como forma vai lançando aplicativos novos, aí, que exigem de, exigiria plugins novos, né, então, ali, ele já não faz a, na cidade de uso, nesse plugin, ele já, ele já antecipa isso, tá, a vantagem da incorporação com a versão anterior, então, facilita a letra, e a interpretação do código, deixa o código mais limpo e bem escrito, né, isso aqui devido ao, o CSS que nós vamos ver agora, e, melhor, o significado, o melhor desempenho e mais patronizado, não seja o código que fica realmente mais limpo, né, e você entende, né, bem melhor, né, o que significa o código ali.
Foi estrutura básica do HTML 5, né, já temos aqui o header, né, que é normal, até agora, o nav também, né, o, o bode aqui, já mente aqui seria o bode, né, então, foi substitutado pelo ar de col, tá, aqui, o assite que eu falei, meu fúter, eu roda a pé, já mente tinha informações do, de quem fez a página, etc, então, ele é bem mais intuitivo também.
Aproveitando aqui, só para responder uma pergunta, então veio uma pergunta, era uma dúvida, num quiz da semana 5, tá, então fala que é o elemento da HTML 5, responsável por definir uma área, para o conteúdo principal da página e ou, tá, é o artico, tá, se aqui tivesse o bode, poderia confundir, mas, se vocês pesquisarem as tegas novas, né, para HTML 5, né, então aparece o artico, tá, coloquei aqui, ó, no reader, é defino cabeçalo para documentos, uma sessão, é o artico defino artigo em um documento, é o section, uma sessão do documento, né, tanto que o artico ali pode estar dentro de uma sessão, ou é, parece total na página, tá, o assite é um conteúdo a parte, né, conteúdo da página, e o neve ali navene, né, defini links de navegação, que coloquei a definição, então o artico é um conteúdo independente, não precisa do resto do site para contextualizar, ou seja, o artico pode ser colocado em qualquer parte do site, quem não vai fazer sentido sozinho, tá, então essa foi uma dúvida, eu acho, eu acho que, foi por, ter esse potencial um pouquinho melhor, né, eu vou te falar com o conteúdo principal, eles foram conteúdos independentes, né, mas isso, acho que a gente pode, eu posso discutir, né, com os outros professores, né, para ver se realmente houve uma, uma confusão intestual, ou não, tá ok? Eu vou passar isso para, né, para a coordenação, para verificar isso.
Bom pessoal, chegamos aqui, eu, a 30 minutos de, é da revisão, né, faremos inteivados e voltamos daqui a pouco, tá bom? Estudos autônomos são muito importantes para o aprendizado.
Além de assistir as aulas, é necessário também revisar e aprofundar os conhecimentos.
Algumas pessoas tem pouco tempo para os estudos e é por isso que a organização desse tempo é fundamental.
Ter um planejamento para semana, incluindo sábados e domingos, permite a concentração e promove o foco nas tarefas.
Faça isso de acordo com a disponibilidade que você tem para estudar.
Avali constantemente se o seu planejamento é realista e adequado a sua rotina.
Por exemplo, se você fica com o sono depois do almoço, essa não é uma boa hora para estudar.
Observe os seus hábitos e defina o melhor momento.
Organização do tempo e disciplina são fundamentais para alcançar bons resultados acadêmicos.
A interdisciplinaridade é a integração de duas ou mais áreas do conhecimento ou disciplinas.
Nos últimos tempos, o uso deste conceito começou a ganhar mais espaço nas universidades.
Idealizar o projeto de um carro não depende só de fórmulas matemáticas, mas também de estudos de mercado da economia do país, de tendências de comunidades e de uma forma de poderes da economia do país, de tendências de consumo entre outros.
Solucionar problemas implica entender o objeto de estudo desde a sua profundidade, complexidade e de maneira crítica.
Na universidade, quando o professor propor um problema, tome seu tempo, investigue, discuta com seus colegas ou com seu grupo de trabalho.
As vezes a resposta está em outras disciplinas que você já corçou ou está corçando.
Integrar os diversos estudos e saberes é fundamental.
Na vida profissional, muitos problemas são resolvidos de maneira criativa e inovadora.
Motivar, em latin, é movere, ou seja, um impulso para a realização.
E o ingresso na universidade é um grande passo na sua vida.
Porém, as atividades do dia a dia acadêmico, como estudos, avaliações constantes e desafios que envolvem os cursos de graduação podem fazer com que a motivação seja perdida.
Mas para isso, não existe mágica.
É difícil estar 100% motivado tempo todo.
Um importante, é lembrar dos sonhos que te trouxeram até aqui.
Estudar as disciplinas mais fáceis e prazerosas e depois as mais difíceis.
Organizar as tarefas do dia ter amigos para conversar, pesquisar materiais de estudo e fazer atividades físicas podem aumentar a sua motivação.
Faça de cada dia um dia melhor.
Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo, a Universidade Virtual do Estado é um grande passo para a realização de estudo e fazer atividades físicas podem aumentar a sua motivação.
Faça de cada dia um dia melhor.
Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo, o Universo, é uma das quatro Universidades públicas do Estado de São Paulo e a primeira Universidade Brasileira destinada exclusivamente à educação à distância.
Offer esse curso em três eixos.
Licenciatura, letras matemática e pedagogia.
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A Universo está presente em mais de.
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Olá, pessoal.
Seja um beijo e volta.
Bom, continuando aqui, esladando anterior, respondi uma dúvida de um quiz da semana cinco.
Tá? E vamos aqui para a semana seis.
O semana seis fala do.
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esse.
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esse é.
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que é cascrito em estaios cheats.
Ou seja, estiros de página em cascata.
Essa foi a grande.
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apesar do CSS, você vai ficar de ser.
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bastante antigo, né? Veja os navegadores.
Antigos, aí, você utilizava o CSS, mas agora, né, qualquer que é diferente sem no GATEM-R5, ele é nativo dos navegadores do GATEM-R5.
Ou seja, você usa.
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Se usa o comando la estaios, aí você coloca.
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pode colocar as atribuições.
Então, antes dos.
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CSS, as configurações diferentes à apresentação dos elementos GATEM-R, eram feitos pelos atributos do GATEM-R, né, pelas tagues, né? E atualmente, na partir da versão 4 do GATEM-R, já não são mais utilizados atributos da apresentação para os elementos do GATEM-R.
E o SSS passa a ser usado para permitir configurações mais dinâmicas, né? Praticamente, ele é utilizado, né? Conjunto, a mente, é igual a GATEM-R, sendo meia das tagues do GATEM-R, tá? As vantagens disso é separar o conteúdo da apresentação, realizar a formatação do texto em maneira mais limpa, e permitir a sensibilidade.
É como.
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Como já falei, no estado interior, é que mantém um código mais limpo, né? Então, esse conjunto de regras é dividido em duas partes, dentro do CSS, ou seja, o nome do elemento de GATEM-R no começo do conjunto de regras, ele seleção do elemento a ser estilizado, né? Então, você usa ali no.
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no header, por exemplo, no bode, no artico, tá? A declaração, né, para realizar a formatação do elemento ali, é uma regras simples.
Especificando quais as propriedades o elemento você quer estilizar, ele faz parte da declaração propriedades, na forma pelo qual você estiliza, estiliza um elemento GATEM-R e o valor da propriedade.
Eu ficar mais claro na travessa imagem aqui.
Então, eu tenho, por exemplo, lá o H1, né, que eu tenho o tamanho da letra.
Então, eu posso falar aqui nesse H1, ou seja, todo mundo que contempla entre o H1 e o fechamento dele, né? Essa tag.
Eu posso declarar aqui, a cor, dessa letra, por exemplo, aqui, blue, né? Então, a propriedade, o valor blue, né? E o tamanho da fonte, né? E o valor dela, no caso aqui, da espíxula.
Tá.
Isso é bem interessante que você pega um editor aí de LATEM-R, né? Ele consegue.
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quando você digita lá, né? Esse comando ele já.
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né, cria uma lista para você.
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O que você quer fazer? Se eu escolher uma cor, ele lista de todas as cores que podem ser.
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e pode ser colocada.
Então, tá aqui um exemplo, mesmo código, né? Colocando aqui, aqui é o Style-R, Style-R-X, né? No H-RF.
Então, eu vou mudar.
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esse doc type aqui, ele fala que é o HTML5, né? Eu tipo do HTML.
E aqui.
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E aqui o estilo, tá.
O estilo que é o CSS, tá? Bom, gente, partimos aqui para a semana 7, tá? É só.
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só lembrar, gente, é.
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não sei se você quer lembrar realmente, né? O que.
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o que cada comando faz, o que cada tag faz, né? Como que o.
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executa uma página HTML, né? Então, você tem que realizar as tarefas, né? Que são descritos aí nas semanas, tá? Principalmente nas semanas 6 e na 7, né? Todas as semanas tem alguma coisa, né? Mas a 7 é mais completa, né? Que nós vamos ir agora.
Mas ela faz atividade pelo completo, tá? Então, eu vou passar aqui aquela.
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aquela página escul.
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escul.
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escul.
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escul.
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fugiu nome já.
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já passo o completo para vocês.
Ela fornece bastante exemplos de HTML e CSS.
Tá.
Então, tem que você pode fazer.
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né? A página ao mesmo é você consegue executar, e ver como isso fica, né? E alterar.
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Era um pouquinho lenta, mas você consegue.
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abrir um notípeide do seu, da sua máquina, colar aquele código, salvar como ponto HTML e executar o seu navegador.
Simples assim.
E você vai mudando os comandos e ver o que acontece no navegador.
Tá.
Então, isso é importante para você saber o que cada tech realiza, o que cada propriedade e do CSS faz, é muito importante.
E realizar esse roteiro aqui da semana 7.
Então, a partir um do roteiro aqui, a descrição da atividade, os componentes necessários, né? O Windows.
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acho que o Windows é fácil nos desquetops da maioria, né? Tem.
Isso é a Paxi Web Server, né? Ele vai rodar um servidor a Paxi no seu Windows, tá ali? O próprio programa, ele emula, tá? O Linux, tá? Agora, a Paxi seja o Linux, mas ele emula.
Emula é rodar uma aplicação que é de outra plataforma, que é do Linux, mas rodar no Windows, tá? Então, ele.
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O próprio programa ele já é o mundo para rodar no Windows, tá? O sublime aí que é o editor HTML, tá? O próprio HTML e o CSS.
Então, na semana 7, ele tem a página aí dos.
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ele tem os links do download dos componentes, tá? A partir dois, né, que é dividido.
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dividido em três vídeos, tá? Então, a partir dois é a instalação e configuração desses componentes.
Tá bem detalhado lá.
Como é que você configura, como é que você abaixa, faz o download, desconfigura, aí é a partir três em desenvolvimento e pesto, tá? Então, a aplicação que quer desenvolver um mini-curriculo com a HTML5 e CSS, então a estrutura das páginas com o sedeira é que possuírem engenhar isso.
É um link dentro do código da primeira por arquivo com toda a estilização da página em CSS.
O próprio.
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Essa própria ferramenta aqui sublime, ela vai te ajudar a fazer isso.
Então, o link do código da página é que você pode fazer.
É que você pode fazer isso.
É que você pode fazer isso.
É que você pode fazer isso.
É que você pode fazer isso.
É que você pode fazer isso.
Então, o link aqui sublime, ela vai te ajudar a fazer CSS pra isso.
E, formulado, o que será preparado pra aquilo que você possa futuramente cada estardeado.
E ficaram armazenados em bancodidados, e poderão se visualizados posteriormente.
Ou seja, além da aplicação, no Frontend Web, você vai ver também como é que, igual a isso, aí, num banco de dados, tá? Um banco de dados, pessoal, pode ser um banco de dados, pode ser um arquivo texto, não te pede, pode ser um banco de dados, um arquivo Excel, então aqui os componentes necessários, o índus, o sublime, o crôme, o apache, lembrando lá que o apache, armazenas das páginas que são requisitadas quando utilizarmos o browser para poder obter informações contidas nas páginas.
E da revisão é isso, pessoal.
Eu estou olhando aqui se tem alguma pergunta.
Eu vou mostrar aqui, gente, aproveitando que não tenha uma pergunta, eu vou mostrar aqui o que ela realmente que eu falei, ele está descrito lá na semana 5 e 6, eu dava o davo, com o www.
school.
com, então ele tem aqui tutorial de várias coisas, eu cliquei aqui na HTML, então o HTML rom, introdução, díter, então se você passar aqui, eu pego exemplos, e você pode executar isso aqui mesmo, então aqui é o código, e aqui como ele fica na página, tá? Vou estar aqui, ou pá? Foi até bom aqui, olha, HTML, Learn, HTML.
Então, o que tem uma introdução da HTML com vários tipos, que é HTML e elementos, alguns outros textos diferentes, que é a parte de HTML e CSS, para você mudar as cores, eu tive um pouco de dificuldade aqui, que ele trava um pouquinho quando você vai trair o HTML, você já vê, você mesmo, e mudar esses parâmetros aqui, então o que eu fiz? Copia e colei, não na tepe é demais, não é meu computador, e você vai lá, você salve ele como HTML e vai lá executar no Chrome, no navegador que você tivesse, tiver ele e executar lá.
Então, você vai mudando esses parâmetros, aí que você entrando coisas, e realmente assim você, você tem esse aprendizado aí, não é ficando essas coisas.
Aqui é a parte de tabelas, tem meu tables, tem uma guia que é especificamente de CSS, tá? Então aqui é o exemplo de background, então vamos mudar pra azul, o background, tá? Tá vendo? Alguém querendo calmo, color, e elas o claro, então que é o claro, então eu tenho a cor, a cor dessa letra aqui é branca e no centro, então aqui é o MyFrests, na exemplo é branca e no centro, a fonte é verdão, e o tamanho é 20 pixels, tá? Então é isso pessoal, eu criei com essa revisão que se for para vocês como um guia, para o estudo da disciplina, eu vi as questões, não tem questões especificamente de programação, que não é o objetivo da disciplina, mas sim do conhecimento dos, o que são os elementos, tudo aí a respeito da web, na internet, meus navegadores, todos esses componentes, então esse é o objetivo da disciplina, eu acho que essa parte de programação é uma denda importante, já que existem outros disciplinas que aprofundo isso, isso mais ainda, mas foi muito importante essa introdução também, então é que eu desejo a vocês um bom estudo, um bom trabalho, então não deixe para a última hora, é uma disciplina que necessita ir de um tempo a mais, né, para você conhecer, principalmente essa parte do HTML, dessa linguagem marcação, para você entender um pouco mais, e boa sorte, bom trabalho, bom estudo, e toda disposição, através de facilidade, facilidade a duas aí das perguntas, pode vir por eles, toda disposição para responder vocês.
Muito obrigado e boa noite.
Hmm.